Arquivo da categoria: Módulos Administrativos

Bloco K – adiado a obrigatoriedade para pequenas e médias empresas

bloco kO Ajuste SINIEF 8, de 2 de outubro de 2015 (DOU 08.10.15) estabelece novos prazos para a entrega do tão falado Bloco K do SPED Fiscal. e com isto os contribuintes de menor porte passam a estar obrigados à entrega em 2017 ou 2018. O Critério principal para isto é o faturamento.

A geração do Bloco K na EFD passa a ser obrigatória a partir de:

1º de janeiro de 2016: (leia atualização aqui)

a) para os estabelecimentos industriais classificados nas divisões 10 a 32 da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) pertencentes a empresa com faturamento anual igual ou superior a R$300.000.000,00;
b) para os estabelecimentos industriais de empresa habilitada ao Regime Aduaneiro Especial de Entreposto Industrial sob Controle Informatizado (Recof) ou a outro regime alternativo a este;

1º de janeiro de 2017

para os estabelecimentos industriais classificados nas divisões 10 a 32 da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) pertencentes a empresa com faturamento anual igual ou superior a R$78.000.000,00;

1º de janeiro de 2018

para os demais estabelecimentos industriais; os estabelecimentos atacadistas classificados nos grupos 462 a 469 da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) e os estabelecimentos equiparados a industrial.”.


Importante:

  • Para fins do Bloco K da EFD, estabelecimento industrial é aquele que possui qualquer dos processos que caracterizam uma industrialização, segundo a legislação de ICMS e de IPI, e cujos produtos resultantes sejam tributados pelo ICMS ou IPI, mesmo que de alíquota zero ou isento.
  • Para os efeitos deste ajuste, considera-se faturamento a receita bruta de venda de mercadorias de todos os estabelecimentos da empresa no território nacional, industriais ou não, excluídas as vendas canceladas, as devoluções de vendas e os descontos incondicionais concedidos;
  • O exercício de referência do faturamento deverá ser o segundo exercício anterior ao início de vigência da obrigação.

Fonte: Diário Oficial da União


Embora adiada a obrigatoriedade, cabe salientar que a COLET estava em vias de iniciar os treinamentos para as adequações necessárias nas rotinas e processos dos seus clientes a fim de atender à mais esta obrigação acessória, uma vez que o Sistema COLET está apto a gerar tais informações, desde que corretamente registradas no banco de dados do sistema.

COLET Painel de Bordo – Gestão de indicadores

O COLET PAINEL DE BORDO é um módulo opcional do ERP COLET Gestão Empresarial que implementa a obtenção, cálculo e exibição de forma gráfica de indicadores das mais diversas áreas da empresa, até mesmo de áreas não atendidas pelo nosso sistema de gestão (como por exemplo, área de RH).

Com o Painel de Bordo, a empresa tem em suas mãos uma poderosa ferramenta agregadora de informações. Os indicadores coletados podem ser exibidos de forma individual ou em forma de dashboard, em gráficos do tipo Voltímetro (ou velocímetro) e também em gráficos de linhas mostrando a evolução dos mesmos.

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Geração da Escrituração Contábil Fiscal (ECF) pelo COLET

A Instrução Normativa RFB nº 1.422, de 19 de dezembro de 2013 instituiu a ECF – Escrituração Contábil Fiscal, que substitui a Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica (DIPJ) a partir do ano-calendário 2014, com entrega prevista para o último dia útil do mês de Setembro de 2015.Escrituração Contábil Fiscal

São obrigadas ao preenchimentos da ECF todas as pessoas jurídicas, inclusive imunes e isentas, sejam elas tributadas pelo Lucro Real, Lucro Arbitrado ou Lucro Presumido, com algumas exceções previstas em Lei.

Para as empresas obrigadas a entrega da Escrituração Contábil Digital (ECD), os dados das contas e saldos podem ser importados da ECD (Sped Contábil) referente ao ano de 2014, que já deve ter sido assinado e enviado (prazo final 30 de junho de 2015). Porém, para isto, as contas já devem ter sidos referenciadas ao novo Plano Referencial quando da entrega da ECD.

Caso sua empresa não tenha referenciado o novo Plano Referencial na ECD, terá duas alternativas:

  • Fazer o mapeamento do plano referencial no sistema COLET, gerar novamente a ECD, assina-la e transmití-la como retificadora. Em seguida através do PVA da ECF, importar os dados da ECD retificada.
  • Fazer o mapeamento do plano referencial no sistema COLET e gerar os dados para a ECF diretamente.

No segundo caso, irá gerar os dados do Plano de Contas, Saldos, Balanço Patrimonial e Demonstração do Resultado para serem importados pelo PVA da ECF, na nova opção de Geração de Arquivo para SPED ECF. É importante salientar que neste caso, as contas sintéticas (grupos) também precisam referenciar as contas ECF para que o Balanço Patrimonial seja gerado corretamente.

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Novo recurso: Inventário Dinâmico

2015 inicia com uma novidade na área de Estoque, uma nova forma de inventariar seus materiais: o Inventário Dinâmico.

O Inventário Dinâmico permite configurar cada inventário a ser realizado, e informando com antecedência todos os grupos de estoque (de qualquer nível) que serão inventariados. Isto facilita a contagem, uma vez que apenas os itens daqueles grupos necessitam ser informados. E ele é dinâmico pois, a cada novo inventário os grupos de estoque podem ser definidos de forma diferente. Pode-se também, facilmente, copiar os parâmetros de uma contagem feita anteriormente.

Com isto o sistema Colet passa a ter três formas de inventariar seus materiais:

  • Inventário Geral – em que todos os materiais existentes são contados e informados ao sistema. Os materiais que não são informados serão considerados sem estoque, e serão zerados caso possuam saldo.
  • Inventário Rotativo – existem 10 tipos diferentes de grupos de inventário rotativo, de 0 a 9. A indicação destes grupos é feita no cadastro dos itens, individualmente. O Inventário deve ser feito para todo grupo de inventário rotativo. Ao processar o inventário, itens pertencentes aos grupos selecionados que não forem informados serão considerados sem estoque, e serão zerados caso possuam saldo.
  • Inventário Dinâmico – Similar ao Rotativo, porém muito mais flexível e seguro, pois define-se grupos de estoque que serão inventariados a cada dia. Assim o usuário tem mais facilidade para saber o que deve ser inventariado. Além disto, o sistema não permite informar itens no inventário que não pertençam aos grupos de estoque previamente configurados.

Os tipos de inventário Rotativo e Dinâmico são mutuamente exclusivos. Isto é: se a empresa decidir usar o inventário Dinâmico não mais enxergará a possibilidade de fazer o inventário Rotativo, e vice versa. Por isto, decidindo pela mudança, deve solicitar o ajuste (sem custos) ao nosso suporte.

Verifique qual a melhor maneira de inventariar seus materiais e se ainda restar alguma dúvida, por favor entre em contato com o nosso suporte técnico.

Novidades na emissão de Notas Fiscais

 
No mês de fevereiro implementamos duas boas novidades no sistema COLET para facilitar a emissão de Notas Fiscais.
 
Temos um novo Facilitador para a digitação de Notas Fiscais de Entrada por Importação e também um novo Pré-visualizador de Notas Fiscais. Veja os detalhes abaixo.
 

Facilitador para a digitação das Notas Fiscais de Importação

Contamos com mais uma novidade no sistema Colet: um facilitador para calcular os valores dos impostos e despesas dos itens das Notas Fiscais de Importação (NFs de Entrada).

Verificamos que normalmente os despachantes aduaneiros, calculam os valores dos diversos impostos e despesas destas Notas e passam estes valores na forma de “espelho de nota” para que as empresas possam emiti-las.

Até agora, para que estas Notas fossem autorizadas pela SEFAZ, era necessário que o usuário do sistema calculasse e informasse manualmente o rateio destes valores em todos os itens da Nota, gastando nisto um bom tempo.

A partir de agora o sistema COLET oferece um facilitador para a digitação destas Notas Fiscais.

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Treinamento: COLET Contábil para Contadores

Sabemos que a Contabilidade é o grande instrumento que auxilia a administração a tomar decisões. Ela é responsável pela coleta todos os dados econômicos, mensurando-os monetariamente, registrando-os e sumarizando-os em forma de relatórios ou de comunicados, que contribuem fundamentalmente para a tomada de decisões por parte dos gestores.

Porém, para que ela consiga exercer com eficiência e eficácia as suas funções, é fundamental que os operadores do sistema contábil conheçam a fundo as características e funcionalidades deste sistema. Sabemos que muitas vezes o sistema é sub-utilizado porque os usuários só o conhecem em suas funcionaliadades mais básicas.

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Para ver como isto é verdade, basta que o administrador se pergunte: alguma vez lhes foram apresentados e explicados os “Indicadores contábeis” da sua empresa ? Você, administrador, sabia que o seu sistema COLET pode lhe mostrar qual é a sua “Lucratividade”, ou o seu “Poder de Pagamento”, ou a sua “Rentabilidade do Capital Próprio”, ou o seu “Poder de Ganho”, mês a mês, em forma de relatório ou de gráfico de evolução ? Pois é, estes e muitos outros indicadores o sistema COLET pode calcular de forma automática, com base nos valores obtidos diretamente da sua contabilidade. Porém, para serem bem utilizados eles precisam ser adequadamente configurados.

Isto é só um exemplo de característica pouco utilizada do módulo Contábil do sistema COLET. Pensando nisto, a COLET está convidando a todos os Contadores e auxiliares de Contabilidade que prestam serviço às empresas usuárias do nosso sistema a participar de um treinamento sobre o módulo Contábil. Neste curso iremos aprender ou recordar os seguintes aspectos:

  • Técnicas para agilizar a escrituração e as conferências
  • Configuração da importação de Lançamentos a partir dos outros módulos
  • Configuração e uso de históricos padrão
  • Configuração e uso de lançamentos padrão
  • Configuração dos Demonstrativos Gerenciais, para apresentação à diretoria, aos bancos, ao Fisco e ao SPED
  • Configuração e uso dos Indicadores Contábeis

Para informações sobre datas, valores e para realizar a sua inscrição, clique aqui.

Módulo MRP do Sistema COLET – v.2

Como sua empresa produz ? Orientada a estoque ? Somente mediante pedido ? Situação mista ? Produto semi acabado em estoque, acabado sob encomenda ? Produz por projeto ?

Em qualquer uma destas situações o sistema COLET está pronto para lhe ajudar. O novo módulo MRP do nosso sistema, agora na sua segunda versão,  reconhece todas estas situações, e consegue lhe informar quando, quanto e como produzir ou comprar cada um dos materiais necessários para atender aos seus clientes e à sua linha de produção.

Tudo isto de maneira muito simples, prática, de fácil entendimento. Através de consultas em tela, o sistema exibe a projeção de estoque dia a dia (no curto prazo), semana a semana (no médio prazo) e mês a mês (no longo prazo) de cada material, seja este comprado ou fabricado ou terceirizado.

Consulta MRP

Necessitando fazer uma análise mais detalhada, o sistema oferece o relatório de análise do perfil do item, que mostra detalhadamente a vida futura de cada um dos itens, destacando as Ordens de Compra ou de Fabricação que o cálculo do MRP projetou, bem como indicando através de mensagens eventuais antecipações, prorrogações e cancelamentos necessários sobre as Ordens já emitidas.

Consulta MRP 1

O setor de PCP obtém com isto uma ferramenta imprescindível para o bom andamento de sua produção. Eventuais mudanças de cenários são facilmente analisadas. A entrada de um pedido com prazo muito curto, por exemplo, é sinalizado de imadiato, o que permite o seu departamento comercial renegociar este prazo com o cliente, ou sua fábrica agendar mais recursos a fim de conseguir cumprir o prazo.

A grande novidade desta segunda versão do módulo MRP é que agora ele atende também à empresas que trabalham sob projeto, ou seja, aquelas empresas cujo produto é fortemente customizado conforme a solicitação do cliente. Os acessórios específicos são lançados diretamente no pedido, não na estrutura. A estrutura do produto desta forma fica enxuta, não exige a criação de uma variação do produto para cada cliente ou pedido. Estes pedidos, orientados a projeto, também têm um tratamento todo especial, e isto fica sinalizado em todas as telas e relatórios do sistema.

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Sistema COLET preparado para as especificações da Resolução Senado 13/2012 (FCI)

Desde o início do mês de outubro as empresas que industrializam produtos utilizando na sua composição qualquer material importado, devem declarar isto ao Fisco através da Ficha de Conteúdo de Importação – FCI, que é um documento eletrônico que ao ser registrado na SEFAZ recebe um número de 32 dígitos. Quando estes produtos são vendidos, na NF-e deve ser destacado este número, em campo próprio.

Resolução Senado 13/2012

O Sistema COLET Gestão Empresarial já está preparado para atender à mais esta obrigação legal, e o faz através de algumas facilidades como:

  • Processo de cálculo de percentual de Conteúdo de Importação, com base na estrutura de materiais dos produtos
  • Consulta e geração de arquivo de remessa de FCIs para o Fisco, seleção por grupo de materiais
  • Consulta e geração de arquivo de remessa de FCIs para o fisco, seleção por pedidos de venda em aberto, de itens sem FCI
  • Tratamento de arquivo de retorno de FCIs, e atualização de números de FCI dos produtos retornados
  • Ajuste automático do campo Origem da Mercadoria (que faz parte do CST ICMS) quando produto contém material importado
  • Verificação de alíquota de ICMS interestadual, de 4% ou alíquota padrão, quando da baixa de pedidos, conforme regras desta resolução.

Se sua empresa utiliza material importado em seus produtos industrializados, e seu sistema não oferece estas facilidades, fale conosco, agende uma visita.

Prazos de entrega EFD Contribuições (SPED PIS/COFINS)

Conforme as Instruções Normativas RFB nº 1.252/2012 de 1º de março de 2012 e 1.280/2012 de 13 de julho de 2012, ficaram estabelecidos os seguintes prazos para a entrega dos arquivos da EFD Contribuições, antigo SPED PIS/COFINS:

Em relação ao PIS/COFINS:

Empresas tributadas pelo Lucro Real:

  • Escrituração dos fatos geradores ocorridos a partir de 1º de janeiro de 2012
  • Entrega até o 10º (décimo) dia útil do 2º (segundo) mês subsequente ao mês de referência da escrituração digital

Empresas tributadas pelo Lucro Presumido ou Arbitrado:

  • Escrituração dos fatos geradores ocorridos a partir de 1º de janeiro de 2013
  • Entrega até o 10º (décimo) dia útil do 2º (segundo) mês subsequente ao mês de referência da escrituração digital

Empresas dos ramos Financeiro, Seguridade, Imobiliário, Agrícola e outras

  • Empresas definidas nos §§ 6º, 8º e 9º do art. 3º da Lei 9.718, de 27 de novembro de 1998, e na Lei nº 7.102, de 20 de junho de 1983;
  • Escrituração dos fatos geradores ocorridos a partir de 1º de janeiro de 2013
  • Entrega até o 10º (décimo) dia útil do 2º (segundo) mês subsequente ao mês de referência da escrituração digital

Em relação à contribuição Previdenciária sobre Faturamento:

  • Conforme  as atividades desenvolvidas pela Pessoa Jurídica
  • fatos geradores ocorridos a partir de 1º de março de 2012: atividades relacionadas nos arts. 7º e 8º da Medida Provisória nº 540, de 2 de agosto de 2011, convertida na Lei nº 12.546, de 2011;
  • fatos geradores ocorridos a partir de 1º de abril de 2012: atividades relacionadas nos §§ 3º e 4º do art. 7º e nos incisos III a V do caput do art. 8º da Lei nº 12.546, de 2011.
  • fatos geradores ocorridos a partir de 1º de agosto de 2012: atividades relacionadas nos art. 7º e 8º da Lei nº 12.546, de 2011, acrescidas pela Medida Provisória nº 563, de 2012
  • Entrega até o 10º (décimo) dia útil do 2º (segundo) mês subsequente ao mês de referência da escrituração digital

Estão Dispensados de apresentar a Declaração:

  •  as Microempresas (ME) e as Empresas de Pequeno Porte (EPP) enquadradas no SIMPLES Nacional;
  • as pessoas jurídicas imunes e isentas do Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ), cuja soma dos valores mensais da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins apurada seja igual ou inferior a R$ 10.000,00 (dez mil reais);
  • as pessoas jurídicas que se mantiveram inativas desde o início do ano-calendário ou desde a data de início de atividades, relativamente às escriturações correspondentes aos meses em que se encontravam nessa condição;

Fonte: Receita Federal

Novos prazos de entrega do SPED Fiscal no estado do RS

Atenção, contribuintes do RS:

A Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz) prorrogou os prazos para remessa da Escrituração Fiscal Digital (EFD). O decreto com as alterações nos prazos deverá ser publicado nesta semana no Diário Oficial do Estado (DOE). (Atualizado: INSTRUÇÃO NORMATIVA RE Nº 051/12).

Conforme os critérios estabelecidos pela Receita Estadual para as operações de 2012, estão obrigados a entregar o arquivo digital os contribuintes com faturamento anual superior a R$ 10,8 milhões, referente ao ano base 2010. Para as competências de janeiro a agosto de 2012, o prazo de entrega é 17 de setembro de 2012; e, para as competências a partir de setembro de 2012, o prazo se estende até o dia 15 do mês subsequente.

No caso das operações de 2013, deverão entregar o arquivo digital contendo a EFD os contribuintes com faturamento acima de R$ 7,2 milhões, referente ao ano base 2010. Para as competências a partir de janeiro de 2013, o prazo de entrega mensal será até o dia 15 do mês subsequente.

Ainda, para as operações de 2013, os contribuintes que tiverem faturamento superior a R$ 3,6 milhões têm prazo diferenciado para a entrega. Para as competências de janeiro a junho de 2013, o prazo de entrega será 15 de julho de 2013, e para as competências a partir de julho, a entrega será todo o dia 15 do mês subsequente.

A partir de 2014, a obrigatoriedade passará a valer para todos os contribuintes, sem limite de faturamento, e o prazo, para as competências a partir de janeiro de 2014 será mensal, até o dia 15 do mês subsequente. A obrigatoriedade está prevista no Protocolo ICMS 03/2011 e vale para as empresas da Categoria Geral.

A Sefaz ressalta que o contribuinte que já efetuou a entrega da EFD não será atingido pela mudança de prazo, independentemente da faixa de faturamento na qual se encontra, devendo manter o envio do arquivo eletronico da EFD. Leia o resto deste post

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